15 de dezembro de 2010

O LENDÁRIO CHUCROBILLYMAN

Esse cara cobra o escanteio, corre para cabecear e vai comemorar. Um som sensacional que sabe fazer a alquimia exata entre um som raiz estadunidense e um som com um pé na caipirice brasileira. Esse cara é herói. E ainda faz dançar e balançar a cachola. Ótimo. Encarna a galinha que tem dentro de você e dá o play no som.

Primeiro o clip lindão de Chicken Flow


Agora para ver o cara em ação ao vivo com a galera participando Long Way From Home


Agora em portuga, para você abrir o sorrisão,  Hey garota, vamos sair por ai!?

10 de dezembro de 2010

Como começou?


Se música é algo que te agrada, enquanto lês, dá uma escutada.


Toda arte tem seus baluartes. Gente que muda os rumos de seu fazer artístico ou simplesmente alia as técnicas já disseminada na arte e rearranjam de forma tão harmônica que acabam por criar clássicos. Alguns deles tem muito sucesso em vida, são reverenciados e expostos como sendo grande coisa, outros deles tem de passar pelo filtro da morte para se imortalizarem como artistas imprescindíveis. De qualquer maneira o caminho desses gigantes começa no primeiro passo. Nessa seleção de seis grandes diretores iremos analisar seus primeiros longa metragem e o que já se configurava como um possível estilo manifestado. E nada de ficar falando de biografias ou fofoquinhas, o que interessa aqui é a primeira ousadia.  Os escolhidos são nessa ordem: Pedro Almodovar; Christopher Nolan; Darren Aronofsky; David Fincher; os Irmãos Coen e e e Quentin Tarantino...
Mais do que pensar nos altos e baixos da carreira o que nos interessa é tentar decodificar um DNA para suas obras (se é que isso exista) e assim ficar mais perto de suas preferências estéticas e metodos de trabalho. Os caras são bons, muito bem estabelecidos no mercado e na crítica e é bem possível que você já tenha visto algum filme deles. Vamos ver onde a história começou....    

Pedro Almodovar, como começou?

Pepi, Luci e Bom e outras garotas de montão - Um coração amante de todos. Almodovar foi perdendo em transgressão e foi ganhando em classe e glamour com o passar de seus filmes. Aqui, na Madrid do começo dos 80, ele escancara, com muita farra e despudor todas as possibilidades de sexualidades de sua terra. Sempre colorido (aqui com uma cenografia mais pobre por motivos óbvios) e surtado os corações de suas mulheres seguem todos os caminhos que descortinam. Seu cinema é um barraco de casal no meio da rua, é baixo Augusta, é absurdamente engraçado, é um tapa na cara (no sentido novela da expressão), sangra como em letras do flamenco. Os jovens espanhóis tomaram as ruas com liberdade total depois de anos de chumbo.

No que deu: A Flor do meu Segredo - De Salto Alto - Tudo sobre minha Mãe - Fale com Ela.


Christopher Nolan, como começou?

Following - Estréia em p&b e já deixa os rastros temáticos de toda sua obra: o engenho e a obceção. Até Cobb e Batman estão nesse filme. Quase todos seus personagens tem planos que se elaboram sob ou sobre os planos de seus antagonistas. Sempre um personagem está um passo a frente de outro e de outro. Nessa estória nas entranhas da cidade um escritor entediado que segue a vida aleatoriamente vai aprender que estar preparado é tudo no mundo de Nolan. A admiração que esse diretor tem por Stanley Kubrick se demonstra em sua estréia homenageando os filmes menores e de estréia de Kubrick.

No que deu: Amnésia - Grande Truque - Batman, o Cavaleiro das Trevas - A Origem.


Darren Aronofsky, como começou?

PI - Uma estréia com muita pretensão. A espiral da loucura filmada em p&b bem granulado. A  Cabala, a matemática explicando todos os padrões da vida, máfia judaica ortodoxa e o sentido do π. A influência que Kafka exerce sobre esse conto novaiorquino é óbvia. Já aqui Aronofsky expõe a característica da descida profunda em espiral (ou em elevação como no caso de A Fonte da Vida) que submete todos seus personagens. Sua câmera parece querer sempre entrar pelas narinas até chegar ao fundo dos pensamentos de quem estampa a tela. Pitágoras, músicas eletrônica, o mercado de ações, Lexotan, epilepsia e um matemático ranzinza. Pena, o ator principal não segura a peteca e da suas vaciladas. A influência de Taxi Driver é latente. 

No que deu: Réquiem para um sonho - A Fonte da Vida - O Lutador - Cisne Negro.


David Fincher, como começou? 

Alien 3 - Falou-se muito mal, mas o filme merece uma segunda visão. A sensacional franquia Alien (que nos dois primeiros capítulos estiveram sobre a batuta de dois diretores monstruosos: Ridley Scott e James Cameron) tem uma identidade visual muito marcada totalmente industrial e sem qualquer elemento de natureza. David Fincher respeita essas características e aplica um apuro cenográfico sem igual e já explicita sua direção clássica de horizontalidade bem aberta, closes fechando em momentos necessários (a cena do alien quase beijando a Ripley é a mais lembrada por todos mundo quando falamos de Alien), e a apurada utilização de computação gráfica. O final é extremamente climático e teria sido um final glorioso para tenente Ripley...não fosse o Alien 4.

No que deu: Seven, os sete pecados capitais - Clube da Luta - Zodíaco - A Rede Social


Os Irmãos Coen, como começaram? 

Sede de Sangue - Em sua primeira incursão em longa metragem os Irmãos Coen não usaram de suas melhores características: a ironia, o humor negro e involuntário; e resolveram ser mais sérios. Nesse Noir intenso e cheio de palavras não ditas eles usam de outra de suas características: os planos que pareciam muito bons e que se quebram em vários pedaços até acabar da pior maneira. Aqui também não abrem mão de personagens desprovidos de beleza e tipicamente interioranos e da violência seca sem retoques. Os Irmãos Coen, mesmo tendo sempre carinho por seus personagens, orientam seus roteiros sob o signo do caos. O que nos aproxima de seu universo afinal, vivemos todos sob o signo do caos.

No que deu: todos todos os que eles fizeram são essenciais (tirando Arizona Nunca Mais).


Quentin Tarantino, como começou?

Cães de Aluguel - A grand premiere de nosso patrono. A saturação sensorial subindo no pódio como grande arte. Tarantino fragmentou diversos aspectos da cultura pop e os recombinou para o mais cool exercício de diversão e do estilo. Sua pós-modernidade bombada deixando pelo chão convicções ideológicas nos faz apelar ao instinto e não ao raciocínio por mais fragmentados e que sejam seus roteiros. Nesse filme de "gênero" "roubo" iremos nos deparar com uma estória cada vez mais claustrofóbica; com a Madonna e suas preferências sexuais; com bandidões sagazes e azarados de L.A.; com Michael Madsen psico total; uma trilha sonora brilhante e a certeza de que foi um filme fudido (ops...). 

No que deu: Pulp Fiction - Kill Bill vol. 1 e 2 - A Prova de Morte - Bastardos Inglórios.


Quentin Tarantino se orgulha muito de tudo o que fez...

-Preciso por minhas pernas pra cima. Tá tuda inchada...
-Ficou muito tempo de pé Vó?
-É, demora pra lavar as calças do seu Vô...
-Tá certo Vó, vai descansar. 


8 de dezembro de 2010

CRAZY LEGS



Esses caras são heróis. Uma das minhas bandas brazucas preferidas, músicos talentosos e um show classudo e vibrante. O Rockabilly que esses caras produzem não deve em nada para qualquer banda gringa. Ter e insistir em ter um projeto musical incrível desses no Brasil é um ato de valentia. Portanto, nada resta senão sacudir essas cadeiras... Rockabilly rules!!!


Primeirinha do sacode é Damn Killer Car



Agora vamos na homenagem a Ed Wood e a participação do emblemático Kid Vinil com Green Man From Mars



E para fechar Women and Cadillac

3 de dezembro de 2010

A Grande Arte da Austrália

Nem só de Crocodilo Dundee e Mad Max vive o cinema australiano. Na terra das pessoas loiras rosadas e do coala faz-se um cinema de muita qualidade, nervoso, calorento e orgástico. Mais que estilo visual (este sempre mediado pelas cores quentes do deserto) salta na tela a força de enredos nervosos que extrapolam a ferocidade da natureza demonstrando que há pouca coisa mais destruidora que as ações desmedidas dos seres humanos. A filmografia que nos chega desse país não deixa de refletir a estranheza sentida pelos seus antigos colonizadores que, diferentemente dos colonizadores do continente americano, não optaram pela miscigenação e integração mais orgânica com o território e se encastelaram em suas fortalezas de Sydney, Melbourne e Adelaide. 


Houve um boom de produção cinematográfica nos anos 70 e 80 que resultou em filmes absolutamente incríveis e muitas pornochanchadas (que também são incríveis). Foi um período de experimentações amalucadas e de produções de orçamentos modestos e de pretensões gigantescas, abrindo assim as cortinas do cinema australiano para o resto do mundo. Vamos lá, uma seleção de fitas de um país com belas garotas e belos filmes. Deu vontade de correr para o Outback...


Ghosts...of the Civil Dead – Sabe o lugar nos fundos da terra que Dante e Virgílio resolvem conhecer? Então, nessa película iremos conhecer um lugar pior. Com certeza os criadores de OZ assistiram até dizer chega esse filme, até o design dos pátios internos das detenções se parecem. Nick Cave está incrivelmente assustador, um psicopata infernal. Esse filme faz Carandiru parecer um filmete da Xuxa, no máximo. Uma reflexão incrível sobre o encarceramento da fúria e podridão de nossa sociedade. E pensar que a Austrália nasceu como colônia penal.

Reino Animal – Uma matilha de predadores acuados. Um leão ferido na savana percebe os abutres se aproximando em espiral. Não sou dado a palavrões, mas este é um puta filme. Imperdível. Tadinhos, eles tem família, se amam, mas é a selva amigo, eles te matariam na primeira oportunidade, é a lei, a falta dela.  A família dos Metralhas do mal, que sorriso apavorante da matriarca. Todo primeiro mundismo tem seus enjeitados armados e furiosos nos subúrbios prontos a disparar. Um dos grandes filmes do ano.

Candy – James Dean foi lenda desde sempre. Eu era criança para entender o caso River Phoenix. Já o Heath Ledger me pegou em cheio. Para mim o melhor ator gringo da primeira década de 2000. E antes de anarquizar Gotham City ele esteve nesse tocante e desesperador conto sobre um amor desfacelando. Junto à lindíssima Abbie Cornish entramos nesse furacão poético cheio de amor, angústia e autodestruição. Tocante e imperdível pela presença sempre imortal desse ator.

Skinheads, a força branca – Não é dos grandes filmes de neonazistas, mas é interessante. Russel Crowe começando na carreira representa bem toda a carga de ódio a tudo e todos perpetrada ao público por esse “movimento”. Um filme sobre a ruína dos estilhaçados, e tem mulher no meio, sempre tem. Não dá para odiar sem parar, os carecas também sofrem de amor. Um grupo de intolerância em países formados por imigrantes tende a extinção nos confrontos diretos. A suástica é admirada por muito poucos, e guerra é numero.

Além de Hollywood – Um ótimo e surtado documentário sobre a época mais prolífica do cinema australiano: de pornochancahdas a cruéis filmes de monstros. Um período de liberdade total de idéias, mas nem tanta liberdade na execução e exibição, que viriam a influenciar realizadores em todo o mundo. Vale muito assistir esse documento sobre uma produção artística praticamente ignorada.

Walkabout, a Longa Jornada – Quer assistir um filme para mudar sua vida? É esse. Brutalmente inteligente pelos detalhes deixados na tela mesmo com um enredo aparentemente simples. Não adianta, a presença do ser humano modifica tudo e todos a sua volta, e a recíproca é verdadeira.  E se se parar para pensar os vales que separam as tribos nem são tão grandes assim. Lévi Strauss já havia pensado nisso. Não, para algumas pessoas é um vale intransponível. Mas o contato molda que o diga o rapaz aborígene cheio de testosterona e a garota da cidade cheia de não me toques. Ambos são corajosos. E no futuro ambos saberão que a distância que os separaram não é natural. Mas é o que se tem para hoje.

Wolf Creek, Viagem ao Inferno – Talvez, depois de ver esse filme, você perca a vontade de visitar a Austrália. Bobagem, todo país que se preze tem seus psicopatas. Um terror com estilo visual acentuado, nem chocante e nem inerte. Mas eu continuo odiando esses personagens desprovidos de inteligência que abundam fitas do gênero e são tão facilmente exterminados. Vamos dizer que seja a versão evil de Crocodilo Dundee.   

Tarantino é fã declarado do cinema australiano. No A Prova de Morte rola até uma homenagem ao Wolf Creek...

-Olha que bonito o Canguru pondo o filhotinho na sacola. Deus faz tudo perfeito mesmo, o homem que estraga.
-Estraga mesmo viu Vó. 

1 de dezembro de 2010

HOLGER



E ai, já ouviu Holger hoje? Holger é, como diria, para animar a festa, salve simpatia...Não à toa fizeram, ao lado do Mika, o show mais legal no Festival Planeta Terra desse ano. Dá uma conferida. Never stop the music...



Primeiro o clip lindão de Let'em Shine Below



Depois vem outro clip espertíssimo The Auction.



E para sentir a animação vai uma apresentação ao vivo de Caribean Nigths.

26 de novembro de 2010

Visões de um futuro imperfeito parte II



Acho que é a situação político-social na Guiné-Bissau. Com certeza é a ascensão do direitismo com inclinações neonazistas na Europa. È o derretimento do gelo andino. O espancamento de pessoas na Avenida Paulista. São as ilhas de lixo se acumulando no Pacífico. O mundo já acabou no Haiti. São os moradores de rua sendo exterminados por grupos de matadores no Nordeste do país e Stanley Kubrick em seu maldito messianismo. É o mal estar de estar na civilização? E não adianta esperar que uma epidemia zumbi chegue, já chegou, não viu!? Abra bem os olhos ao passar pelos Campos Elíseos, na Luz, embaixo do Minhocão e não para nesse país tropical, vai até os becos de Baltimore. Falta de esperança, que coisa feia diriam, mas no fundo ninguém sabe bem o que esperançar para os que ficarão quando sairmos de cena. A gente só teme, já reparou? E sempre fica a sensação que não fizemos o bastante.

Minha criação cristã incutiu no fundo de minha consciência um interesse atroz por apocalipses ou pelo fim de mundos como conhecemos. Em que momento irá colapsar? E mais importante, por quê? Por quem? E depois do colapso, o quê? È inevitável que a filmografia sobre o fim da humanidade fascine. Continuaremos na seleção de películas que testemunham o fim do mundo e o depois.

Veja. 5...4...3...2...1...BOOM!!!

O Último Combate – Um filmaço. F-I-L-maço. Luc Besson estréia com os dois pés direitos nesse incrível estudo sobre civilização e brutalidade. Filmado em p&b, onde o branco e o cinza prevalecem, num futuro longínquo em que até a linguagem se perdeu alguns símbolos de um mundo organizado insistem em resistir. Civilização se conquista a força. Paus e pedras versus a espada e nem sabemos mais rezar. Lá fora o deserto infinito, à porta o maior predador de todos, e você com fome de tudo. Precisa falar que Jean Reno estraçalha?

O Dia Seguinte – De que se tenha notícia a humanidade já esteve muito próxima de um apertar de botão de seu fim. Um filme aviso sobre os resultados imediatos de uma guerra atômica. Apesar de seu aspecto low-fi a fita registra cenas aterradoras (principalmente quando lança mão as cenas com cenografia clássica e turbas de atores). Um roteiro que primou pelo realismo, apesar de deslizes bobos com aquele discursinho we are the world e a bandeira estadunidense flamulando. Vale como registro da época em que a humanidade gelava com a possibilidade da guerra final.

1984 – Tá certo tem de se falar desse filme. Belíssima adaptação por visualizar em detalhes a frieza e a desesperança do romance do senhor Orwell. Toda e qualquer forma de uniformização deve ser combatida, um mundo sem pluralidade é inaceitável e anti-humano. Os cenários e as atuações são arrasadores e te atingem em cheio. Como eles se sujeitam a aceitar serem governados dessa forma? Ovelhas!...Sorria, você está sendo filmado.

O Sacrifico – Com a densidade de um metal nobre Tarkovisky resolve por em discussão toda a filosofia humana antes que o mundo exploda. Explosões são inevitáveis, vamos nos apoiar nos ombros de gigantes: vai de Shakespeare a Nietzsche. Talvez a maior coleção de grandes frases do cinema. Talvez o pincel de Tarkovisky pinte os quadros mais absurdamente belos que já vi numa tela. Talvez. Suas cores são opacas, esmaecidas, quase faltam e delineiam profundíssimas paisagens, naturezas mortas e retratos. Uma câmera longínqua passeando elegantemente pelo casarão para enfocar o desespero de quem se depara com o fim do mundo. Fim de que mundo? Acho que algo explodiu dentro do espírito de Alexander.

WaterWorld – Não é um filme que se diga: “Puxa, mas que filme supimpa”; mas vale a sessão da tarde. Kevin Costner como um Aquaman pobre faz o que se precisa dele, fala pouco e bate muito, daria um joguinho legal de videogame. Tem o Denis Hooper também, o que é sempre bom. Fazer o quê? Eu gosto.

Final Fantasy – Um avô de Avatar. Quando saiu fez barulho, chegou-se a cogitar que seria o fim da profissão do atores reais. Muito barulho por nada. Uma pitada de Budismo no pós-apocalipse. Um trabalho de animação primoroso e pioneiro na captação de movimentos. Peca por ter um final frouxo e inconclusivo, e mais ainda por personagens que não cativam em momento nenhum e mesmo que fosse gente como a gente não daria jeito, no Playstation é bem mais legal...

Idiocracia – Você já reparou como as pessoas mais idiotas, mais brutas e mais vazias sempre sempre se reproduzem? Não conseguem garantir a paz de sua extinção genética para as gerações futuras. Num futuro em que a burrice se reproduziu e tomou o mundo de assalto quem tem dois neurônios é rei. Poderia ser inesquecível com um argumento desses, mas o criador de Beavis and Butthead não quis criar mais polêmicas e amedrontou. No resultado final é mais ou menos, vale a curiosidade.

A Epidemia – O começo do começo do fim. Não vi o original, mas certeza que George Romero abriu um sorriso com esse remake. Essas analises de reação em pequenos círculos sociais dão sempre bons filmes, acabamos nos enxergando. Cara sou fã do Timothy Olyphant. Um filme muito bem resolvido, empolgante quando deve e apavorante sempre que pode.

 
Tarantino paga um pau para o Tarkovisky e queria dar um rasteira no Luc Besson
 
-Esse mundo tá no fim mesmo. É o fim dos tempo...
-Dos tempo??? E é mesmo Vó, é mesmo.

25 de novembro de 2010

HURTS


Pronto para dançar? Essa dupla de Manchester (bom sinal) fazem uma ótima música eletrônica com um pé no saudoso Synthpop e carregam com originalidade a tocha que Depeche Mode, Ultravox e Cia. ascenderam. Mega estilosos, com vocais sisudos e harmoniosos criaram divertidos e imperdíveis refrões.



Seus clipes são imperdíveis. Aperta o play e seja feliz. Dance baby, dance!!!
Primeira música é a viciante Wonderful Life


A próxima é  Better Than Love



E para fechar, provavelmente o clipe mais bonito que você viu e verá em tempos...